25/07/2018 às 13h10min - Atualizada em 25/07/2018 às 13h10min

SINDSJUS reforça pedido para que TJ-PI interceda para normalização atendimentos do Iaspi e Plamta

A suspensão dos atendimentos já dura mais de uma semana e prejudicam milhares de servidores em todo o Piauí.

Fonte: Ascom Sindsjuspi
Imagem: Reprodução
O Sindicato dos Servidores do Judiciário Estadual do Piauí (SINDSJUS-PI) reiterou, nessa terça-feira (24), a solicitação para que a presidência do Tribunal de Justiça do Piauí (TJ-PI) adote as providências cabíveis para que os atendimentos eletivos pelos planos de saúde Iaspi e Plamta sejam regularizados. A suspensão dos atendimentos já dura mais de uma semana e prejudicam milhares de servidores em todo o Piauí.
 
O ofício, nº 75/2018, é novamente endereçado ao desembargador Erivan Lopes, presidente do TJ-PI, e destaca que os servidores do Judiciário Estadual estão apreensivos com a falta de atendimento eletivo na rede credenciada. A preocupação aumentou, segundo o documento, com a divulgação, por parte da imprensa local, da morte de um servidor da Secretaria Estadual da Fazenda que, mesmo contribuindo há décadas com os planos de saúde Iaspi e Plamta, não conseguiu atendimento na rede conveniada por conta desse impasse dos pagamentos do Governo do Estado para as clínicas e hospitais.
 
Além disso, o ofício do SINDSJUS traz o parecer da Secretaria de Orçamento e Finanças sobre a contribuição feita pelos servidores do Judiciário, que é descontada diretamente pelo TJ-PI e os repasses são feitos para o Governo do Estado. “Esta Secretaria, dentro do que lhe compete, vem certificar que as retenções médicas realizadas pela FOPAG são repassadas ao Governo do Estado, mensalmente, até o dia 25. Incluem-se, dentre essas, os valores repassados ao IASPI - Saúde e PLAMTA”, diz o documento.
 
“Alguns filiados têm procurado o SINDSJUS/PI afirmando que, em virtude da suspensão do atendimento pelo Iaspi e PLAMTA, estão cogitando trocar de plano de saúde, sendo obrigados a arcar com um gasto financeiro maior e que não estava previsto em seus orçamentos”, destaca o presidente do SINDSJUS-PI, Carlos Eugênio de Sousa.
 
Por fim, o documento reforça também o pedido para que sejam apuradas as responsabilidades civil, administrativa e criminal de quem motivou a suspensão.  Isso porque, a suspensão dos atendimentos tem se repetido constantemente, prejudicando os servidores.

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